Como havia prometido, no post anterior, vou começar a falar sobre a viagem desde o início. Apertem os cintos!
Embarquei rumo à Paris no dia 27 de dezembro de 2013. O Rio de Janeiro estava um forno e o nosso Aeroporto do Galeão Tom Jobim um pequeno microondas. Nada que um pouco de água não resolvesse. Desta vez cheguei bem cedo. Preocupado com os possíveis engarrafamentos. O voo estava marcado para às 21h20 e eu cheguei às 17h10. Mesmo assim, encontrei uma pequena fila no check-in. Assim que foi liberado despachei as malas e fui para a área do embarque.
E como o mundo é pequeno e o Rio de Janeiro uma esquina, encontrei meu eterno professor da Alliance Française, querido Luiz Fernando que ia no mesmo voo. Adoro esse tipo de coincidência! Tudo estava correndo muito bem, mas notei que a hora do voo chegava e nada daqueles procedimentos de fechar portas, etc. Um zumzumzum entre os passageiros e aviso do comandante que iríamos atrasar um pouco, e um pouco mais. Motivo: dois passageiros drogados. Para encontrar a história, os distintos foram expulsos e 50 minutos depois partimos.
O voo foi maravilhoso, sem turbulências, com uma equipe super atenciosa. Flávia (esquerda) e Evelyne, as comissárias, foram nossos anjos da guarda. Sempre sorridentes e muito simpáticas. No meio da madrugada eu sempre levanto para fazer um lanchinho e alongar o corpo. Foi quando as encontrei e batemos altos papos.
Um prazer conhecê-las!
Não há nada melhor do que abrir a janelinha e ver esse céu azul e o sol...
Mas chegando em Paris o tempo estava nublado...Apesar do atraso na saída, cheguei apenas 20 minutos além do horário previsto. A cada ano penso que o Charles de Gaulle está maior. Desembarquei no Terminal 2D e para chegar ao 2E tive que andar muito e ainda pegar um trenzinho. Entre desembarque, caminhadas, trenzinho e Alfandega, levei uns 30 minutos. E aí, claro, quando cheguei as malas já estavam na esteira. E não há nada melhor do que pegar a mala e sair do Aeroporto. Dessa vez não fiz fotos, já estava atrasado e me aguardavam para entregar as chaves do Studio no Marais. O chofer do táxi que eu peguei era uma simpatia. A corrida entre CDG e o bairro do Marais ficou em torno de 52 Euros (malas inclusas).
Um Studio para chamar de meu em Paris!
Esta é a segunda vez que alugo este Studio no Marais. O encontrei fazendo pesquisas no site da Homelidays. A localização é perfeita, Rue Saint-Paul onde fica o Village Saint-Paul. Duas linhas de Metrô, a 1 na Rue Saint-Antoine e a 7 no Boulevard Henri; além de ônibus e um ponto de táxi. Pertinho de tudo: Bastille, Place des Vosges, Île de Saint-Louis, etc. Muitas lojas, supermercados e padarias, como PAUL. É ideal para duas pessoas e mais ninguém. No salão principal acima, armário e o sofá cama (muito confortável)
Ao fundo pequena saleta com sofá em frente ao banheiro. De frente para o salão principal, a cozinha e a mesa para refeições. O Studio conta ainda com uma TV tela plana com milhões de canais. além de internet wifi e telefone.
O Studio tem uma cozinha bem equipada com máquina de lavar louças, pia, placas elétricas para cozinhar, forno de microondas e grill, máquina de café Nespresso, torradeira e uma leiteira elétrica. Além de talheres, louças e copos.
O Banheiro também é confortável, com banheira e duas duchas.
Devidamente instalado. Durante 8 dias: Je suis le Seigneur du Château!
Tudo acertado vamos ao almoço. Como já passava das 14 horas, optei por uma refeição fácil e rápida: Galettes! E já fui conferir a dica da amiga Tania Baião: La Cidrerie du Marais (4, Rue de Sevigné).
Cidre Brut servida na Bolée (tipo uma xícara) e a deliciosa Galette (La landaise)
Estava maravilhosa e deliciosa! boa indicação Tania Baião!
Apesar de ter viajado mais de onze horas, o cansaço havia desaparecido. Afinal, Paris é uma festa e a melhor maneira de participar é flanando pelas suas ruas. E num bairro como o Marais o passeio é, no mínimo, surpreendente. Na foto acima, a Place du Marché Sainte-Catherine.
Em Paris você anda e volta e meia encontra um "Impasse". Ou seja, uma entrada sem saída.
Passando de rua em rua, encontro essa Exposição sobre os Rolling Stones na Galeria Nikki Diana Marquardt (10, rue de Turenne). Detalhe: Grátis!!!!
Uma bela exposição de fotografias cobrindo 50 anos de carreira da Banda. A exposição já havia passado por Londres e New York.
Após visitar a exposição e ouvir muito Rock, continuei meu passeio pela rue de Turenne e fotografando muito...rsParadinha na Poilâne para comer Torta de maçã. Esta padaria tem pães divinos. Pena que ficava um pouco longe de casa, para ir todo dia... Fica a dica, se passarem pelo Marais. (38 Rue Debelleyme)
O belo prédio da Académie Française
Fonte Saint-Michel, sempre bonita, mais ainda à noite.E para finalizar a noite, depois de rodar um pouco pelo Centro. Peguei um ônibus em direção à Place de la Bastille para visitar um velho conhecido: Léon de Bruxelles! O Restaurante onde gosto de comer Moules Frites (mexilhões e fritas).
E assim encerrei a noite do primeiro dia de viagem, fazendo um brinde com um vinho da Alsace. Vive la France! Vive la Vie!
















